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13/04/2013

MRV adere a compromisso para melhoria nas relações de trabalho

Além da representação no local de trabalho, o compromisso assinado determina oferta de cursos de capacitação.

A construtora MRV Engenharia aderiu ao Compromisso Nacional para Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho no setor e empossou ontem três líderes sindicais para atuar diretamente dentro de uma obra da empresa em Taguatinga, no Distrito Federal. O canteiro, que atualmente tem 1.094 funcionários, é o segundo do país a adotar a medida. Além da representação dentro do local de trabalho, o compromisso assinado determina que sejam oferecidos cursos de capacitação, como alfabetização e informática, aos operários. 
 
Dentro de 60 dias, outras três obras da MRV devem aderir ao projeto do governo: em Piracicaba (SP), Salvador (BA) e Serra (ES). O primeiro canteiro a adotar as ações em prol dos trabalhadores também pertence à construtora e fica em Campinas (SP). 
 
O número de representantes sindicais empossados em cada obra varia de acordo com a quantidade de trabalhadores. Segundo a assessoria de imprensa da MRV, a conta é de pelo menos um líder para cada grupo de 500 funcionários. Em Taguatinga três operários vão representar os trabalhadores: Luiz Pereira da Silva, Rael da Silva Barbosa e Sandra Maria Barbosa. Ao lembrar o crescimento da construção civil no país e a necessidade de promover avanços nas relações trabalhistas no setor, o diretor-executivo de Produção da MRV da regional, Rafael Menin, diz que “a MRV implementa mudanças que acredita serão benéficas para o setor num horizonte de médio prazo”.
 
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho, presente no evento, explicou que a ação surgiu após a rebelião dos operários da hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, em 2011, que, revoltados com as más condições de trabalho, queimaram ônibus e destruíram todo um canteiro de obras e vários alojamentos. 
 
“Graças a um entendimento entre empresas, governo e sindicatos nós evitamos, desde então, o surgimento de conflitos destruidores”, afirmou aos operários durante a solenidade. “O que nós estamos fazendo aqui não é nada mais do que a nossa obrigação. O assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, José Lopes Feijó, enfatizou que os trabalhadores terceirizados também podem recorrer aos representantes sindicais. “Estão todos dentro da mesma companhia. Agora nenhum operário vai precisar sair da obra para ir lá no sindicato fazer uma reclamação”, disse. 
 
O conjunto de ações para melhorar as condições de trabalho na construção foi firmado pelo governo em 1º de março de 2012 e inclui diretrizes sobre recrutamento e seleção, formação e qualificação profissional, saúde e segurança e representação sindical no local de trabalho.

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