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26/09/2011

Além do bê-á-bá

A cena de profissionais da construção civil sentados em bancos escolares, em pleno canteiro de obras, não pode mais ser considerada algo inusitado. Afinal, muitas construtoras oferecem esse benefício há tempos, como forma de alfabetizar os seus empregados. Mas ensinar as primeiras letras já não é mais suficiente. Com a carência de mão de obra do setor, a regra agora é oferecer cursos profissionalizantes.

Os cursos profissionalizantes costumam formar carpinteiros, pedreiros, encanadores, pintores, além de outros especialistas em atividades necessárias nas obras. A construtora mineira MRV, com foco em construções para baixa renda, e receita líquida de R$ 3 bilhões em 2010, é um exemplo. Mas em vez de levar os professores para o canteiro de obras, a companhia está construindo duas escolas, em Porto Alegre e Salvador, em parceria com as prefeituras locais. Sérgio Lavarini, diretor de relações institucionais da empresa, afirma que uma turma de 125 profissionais se formou em julho como azulejistas e eletricistas.

As construtoras, com o esforço de alfabetizar e formar seus profissionais, já estão colhendo resultados. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, a participação de trabalhadores analfabetos na construção civil caiu 19% entre 2006 e 2010.

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