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29/11/2013

Entulho vira peça para construção e economiza 70% em compras

Fabricação de pingadeiras e chapéus de muro é realizada no próprio canteiro de obra

Nas obras da MRV Engenharia em Uberlândia (MG), resíduos chamados “Classe A”, que incluem restos de bloco, concreto e cerâmica, ganharam nova forma e passaram a compor a estrutura dos muros construídos nos residenciais nas chamadas pingadeiras e chapéus de muro.  O processo, além de contribuir com a redução de resíduos produzidos no canteiro e descartados no meio ambiente, também significa redução de custos para a construção, já que a empresa não precisa comprar mais materiais para concluir os muros dos empreendimentos.

Segundo o gestor executivo de Obras da Regional, Leonardo Sampaio, a ideia surgiu dentro do Programa de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PRGRCC), que prevê diversas ações para reaproveitar os resíduos gerados no processo construtivo dos empreendimentos, evitando o descarte em caçambas de entulho. “O processo de reutilização é realizado no próprio canteiro, por meio de um processo de trituração dos resíduos que são transformados em um agregado reciclado que pode ser utilizado na produção de peças não estruturais”, explicou.

A ideia deu tão certo que já gera economia de quase 70% na compra de peças pré-fabricadas e possibilita a confecção de peças com mais qualidade. “Além disso, ganhamos com a redução de viagens de caçambas, com a organização e limpeza nos canteiros de obra e geramos resultados positivos para o programa (PGRCC)”, completou o gestor.

Na Regional Triângulo Mineiro, as pingadeiras e chapéus de muro fabricadas a partir de material reutilizado estão sendo aplicadas nos muros do residencial United Kingdon e, futuramente, em outros lançamentos da cidade.

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