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19/09/2017

Gol de placa...e mãos à obra

Construção da Arena MRV nova casa do Galo é aprovada pelos conselheiros

Arena MRV
O cenário mais parecia uma decisão de campeonato ou mesmo uma partida cheia de lances dramáticos e final feliz. Mas, na realidade, foi o primeiro passo para a realização de antigo sonho do torcedor do Atlético. Depois de meses de negociação nos bastidores e revisão de todo o projeto, o Conselho Deliberativo alvinegro aprovou ontem, por 325 votos a favor e apenas 12 contra (86% do total de votantes), a construção e toda a matemática financeira do estádio do clube no Bairro Califórnia, com capacidade para 41.800 torcedores, a Arena MRV.

Antes mesmo das 15h e a seis do término da votação, o Galo já havia obtido os votos necessários para a aprovação da obra. Numa ação de marketing e homenagem do clube, o 260º voto simbolicamente foi do ex-presidente do Galo e prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, um dos primeiros a aparecer no pleito. Segundo o projeto, não será retirado nenhum recurso do departamento de futebol. Além da venda de metade do Shopping Diamond Mall por R$ 250 milhões, o Atlético prevê arrecadar mais R$ 100 milhões com cadeiras cativas (R$ 60 milhões foram garantidos pelo Banco BMG) e R$ 60 milhões com naming rights, o que já foi acordado com a MRV Engenharia.

Um dos mentores da proposta, o presidente Daniel Nepomuceno agora vai atuar para agilizar as próximas etapas, como o trâmite e autorização na Câmara Municipal, no Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) e Secretaria de Regulação Urbana. As obras estão previstas para ser iniciadas em março do ano que vem. Pelo cronograma alvinegro, a Arena MRV estaria concluída em outubro de 2020, prazo de 32 meses.

O dirigente reforçou o discurso de que nenhum recurso sairá dos cofres do clube, somente dos parceiros: "Nossa intenção não era deixar o futebol como segunda opção. Ele segue como prioridade. A gente queria o estádio porque provamos que quem teve sua casa contou com rendimento maior, além da fidelização da torcida. Se quiséssemos fazer algo bom, poderia prejudicar o orçamento. Não queremos que nenhum dinheiro saia do Atlético ou nenhum venha de graça. Se não tivermos as garantias do pagamento, não conseguimos entregar o estádio. A arena vai trazer mais recursos".

O ex-presidente Alexandre Kalil destacou o empenho de todos os dirigentes e conselheiros na elaboração da iniciativa: "Quem quer o bem para o Atlético e fazer o Atlético cada vez maior tinha que comparecer a essa votação. É um passo importante. Esse negócio foi feito com carinho, capricho e dedicação. E será preciso fazer com calma, para fazer um negócio bacana. Não podemos colocar o Atlético numa aventura. E não vamos fazer isso". Ele agradeceu pela homenagem recebida, permitindo que seu voto fosse o da confirmação ao Sim: "É legal ser homenageado. Queira ou não, sei o quanto eu dediquei e trabalhei para esse clube".

VOTOS Durante quatro meses, a diretoria se movimentou nos bastidores para conseguir os votos necessários de conselheiros que antes se mostravam contrários à ideia. O ex-presidente Afonso Paulino era um dos que não a aceitavam, pois discordava da venda de 50,1% do Shopping Diamond ao Grupo Multiplan, mas acabou convencido por aliados de Nepomuceno. O diretor jurídico Lásaro Cunha se licenciou do cargo para voltar a ser conselheiro, na tentativa de agilizar as negociações políticas.

Do lado de fora da sede de Lourdes, cerca de 100 torcedores fizeram vigília pela aprovação do estádio, com inúmeras faixas de apoio. A cada voto favorável, eles começavam uma festa, o que se estendeu noite adentro. Com direito a foguetório após o anúncio formal para que a nova casa alvinegra pudesse sair do papel.

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